The Babysitter: Rainha da Morte – Crítica

 

The Babysitter: Rainha da Morte é mais uma produção original netlflix, uma continuação do filme “A Baysitter” lançado também ele no canal streaming em 2017, e que conta com a participação de uma estrela em ascensão chamada Samara Weaving. O original revelou-se uma divertida aventura que mistura terror e comédia, mesmo não sendo perfeito. A sequela tenta cobrir o mesmo tipo de território e os resultados são…confusos.

 

O filme continua a história de Cole, o rapazinho que derrotou a babysitter do inferno na primeira aventura, que, após dois anos, voltou a cair num ciclo de ansiedade social e medo após ninguém ter acreditado na sua versão dos eventos que ocorreram naquela fatídica noite. Após ser convencido a ir passar um fim de semana num lago perto da sua cidade natal, Cole vê-se novamente perseguido pelos adoradores do Diabo que o tentaram assassinar há dois anos. Será que sobrevive à noite?

 

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No geral, esta sequela tenta captar o espírito do original, mas aumentando no processo toda a loucura que o preenchia, toda a comédia e exagerando em todos os aspetos que envolvam sangue e tripas. A história base do filme é bastante simples, assim como a sua execução, não há propriamente nada de novo a ser oferecido aqui, nem sequer há uma tentativa para que isso aconteça, é simplesmente mais do mesmo.

 

Contudo, as referências culturais e o estilo energético do filme serão suficiente para aqueles que procuram uma boa hora de “desliga o cérebro e aprecia o caos no ecrã”. Os fãs do original também irão provavelmente achar algo de valor neste filme, pois serão compensados com imensas referências ao filme original e momentos divertidos com algumas das personagens mais memoráveis do primeiro capítulo desta dupla de filmes.

 

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O elenco, na sua maior parte, é decente, entrega-nos exatamente aquilo que estamos à espera que nos seja entregue. Jenna Ortega é claramente um ponto alto do filme, apesar de estar envolvida numa cena onde a sua voz é nitidamente uma dobragem de estúdio (estejam atentos e não há como falhar esse momento).

 

No seu todo, The Babysitter: Rainha da Morte é um filme confuso, pois não é propriamente um bom filme, mas também não posso mentir e dizer que não contém uma energia divertida que nos deixa entretidos durante a sua duração. Diria que com este filme me encontro na presença de um verdadeiro tipo de filme “guilty pleasure”. 

 

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6/10 – Escrito e Avaliado por Fábio Fonseca

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